Wasil Sacharuk (1967-2026) recusou o refúgio da lírica ornamental, construiu uma linguagem brutal: sangue, gesso, mármore, ferro, sal, vísceras. Na sua obra, a morte não é abstração, mas de lucidez cruel e aceitação estoica. Um confronto honesto com a finitude. O amor foi descrito com intervenções profundas e por vezes violentas. Tensão entre posse e liberdade. Sacharuk recusou a fé institucionalizada para situar o divino numa espiritualidade telúrica.
bússola
bússola🧭
só queria que sudeste 😁😜 para mim o teu sul👁️ porém tu nordeste🚫🙀 e ainda disseste:📢🌬️🌪️ não no meu centroeste🔏🚫 nem depois da minha norte✝️⚰️🪦 hoje só dou minha bússola🚬🧭🛞🛟